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Design Estratégico e AI no #EBAI10

Nos dias 12 e 13 de Novembro participei do 4o. Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação em SP. Foram 2 dias de muitas reflexões, reencontros e encontros com profissionais da área. Mais uma bela oportunidade para conhecer o que o Brasil e até mesmo os outros países, estão falando e produzindo no que diz respeito ao design de interação.

Nesta edição tive a felicidade de palestrar e lançar algumas reflexões sobre a nossa área. Eu e meu colega @joaodefreitas apresentamos o tema: “Conceitos e características do Design Estratégico como provocações iniciais à Arquitetura de Informação”.  Se você não esteve presente, confira abaixo os slides e o vídeo que preparamos para representar a realidade do nosso mercado. E se você esteve lá, poderá acompanhar novamente o que foi discutido. Ah, não hesite em deixar um comentário caso tenha alguma dúvida ou consideração, ok? 😉

Slides da Palestra:

Vídeo que representa o nosso mercado atual:

Artigo que inspirou tudo isso: “Conceitos e características do Design Estratégico como provocações iniciais à Arquitetura de Informação” (Autores: Gustavo Fischer, João de Freitas e Luciana Cattony)

Design Driven Innovation

Compartilho com você o ppt sobre “Design Driven Innovation” que eu e o Paulo Bittencourt apresentamos no Mestrado. Para desenvolver o tema, nos baseamos em 3 ótimos textos do Verganti. Posso dizer que adorei o assunto e já sou fã número 1 do autor!

Clique e acesse:

Via: Confissões de uma Mestranda (meu outro blog!)

Design Thinking + Innovation

O design centrado no usuário está com os dias contados! Para inovar radicalmente e transformar o significado de um produto / serviço, não adianta perguntar para o usuário o que ele deseja. Você acha que ao criarem o Wii e o iPod por exemplo, o pessoal da Nintendo / Apple escutou primeiramente a demanda do usuário?
Nã, nã, ni, nã, não! O usuário não sabe o que quer… O que essas empresas fizeram foi escutar o mercado de uma forma sistêmica através de uma ampla rede de “interpreters” (pesquisadores, arquitetos, designers, meios de comunicação, antropólogos, fotógrafos, sociólogos, artistas etc). É claro que ao desejarmos fazer uma inovação incremental em um produto, ou seja, uma pequena melhoria, sem alteração do modelo mental do usuário; ele precisa ser ouvido. Mas se quisermos fazer total diferença surpreendendo e agregando valor às nossas soluções, o caminho é bem diferente. Clique abaixo e conheça um pouco mais sobre Design Thinking (em inglês):

Link: Design Thinking Innovation